Se vc quer ser um TRUE WARRIOR OF EPIC METAL, saiba que não basta seguir as formulas prontas que estão por ai. Musculação, espadas, tanguinhas, depilação e óleo corporal apenas farão de você alguém que tenta ser TRUE... ou seja, um falso TRUE. Mas para você que quer se tornar um verdadeiro TWOEM, Andrew Michael Krenker registra aqui neste blog uma verdadeira prova de sua benevolência. Aprenda a ser TWOEM em onze discos meus fãs. Porque onze? Porque onze é mais que dez oras. Qualquer um consegue ser dez, mas nos TWEM somos mais que isso. Se vc se julga TRUE sem conhecer estas obras, você merece os gélidos dominios do Hel. Comecemos:
Tyr – Black Sabbath

Tyr faz parte da discografia obscura do Sabbath, fase com a qual o grupo contou com o competente Tony Martin nos vocais. Tony sofreu por ser o primeiro desconhecido a assumir o microfone do Sabbath (antes dele a banda teve Ozzy, que cresceu junto com o grupo, Dio e Gillan que quando assumiram já eram famosos pelos grandes trabalhos anteriores com outras bandas) e pela constante comparação de seu estilo com o estilo do Mestre dos Magos, Ronnie James Dio. Porém apesar de um tanto quanto renegada e esquecida essa fase da banda é acima de tudo injustiçada afinal Headles Cross, Eternal Idol, Tyr e Forbidden são garndes discos de metal. E Tyr tem como tema, obviamente a mitologia nórdica.
Tyr é considerado o deus nórdico da Guerra e precursor de Odim. Posteriormente passou a ser conhecido como filho de Odim e simbolo de coragem e justiça.
Como tudo que é nórdico é True, este albúm é a primeira lição para vc que deseja se tornar um TWOEM. O destaque vai para a sequência “The battle of Tyr”, “Odnins Court” e finalmente “Winds of Valhalla”, a mais TRUE da obra (aprenda isso meu jovem padawn, tudo o que leva a palavra VALHALLA, se torna instantaneamente TRUE acima de tds as truezas existentes).
Hall of The Mountain King – Savatage

O Savatage é uma das bandas mais respeitadas dos anos 80, e também uma das mais injustiçadas, em especial neste canto de Midgard que chamamos de Brasil. A banda foi pioneira em mesclar heavy metal com elementos de musica clássica e tem uma discografia de respeito com grandes clássicos. Temas épicos povoam suas musicas e escolher um albúm para a lista não é fácil. Porém a história de um rei misterioso que habiata as montanhas é algo épico e que possui um toque de Tolkien e por isso Hall of The Mountainfoi o albúm escolhido desta grande banda Norte americana (uma das melhores que os EUA já nos revelou) para a liçaõ de casa de meus dicipulos.
Os destaques deste albúm ficam para a faixa titulo, a pesada e densa “Legions” e a melódiosa “Strange Wings”. Dentre tantos clássicos também recomendo que ouça a obra prima “The Wake of Magellan”.
Under Jolly Roger – Running Wild

Uma lição a ser aprendidda por aspirantes a TWOEM: Toda banda de metal alemã (metal de verdade, não incluimos merdas do tipo do Rammstein) tem 99% de ter pontuação alta na escala TRUE. S voc~e achava que o TRUE verdadeiro era o noruegues, nós iremos te buscar na sua casa no meio da noite e vc nunca mais será visto. Este papo de TRUE METAL de verdade vir da noruega é papo de black metaller e blak metallers são posers frustrados com sua incapacidade de serem homens de verdade.
O Running Wild é uma banda alemã, e assim como os vikings estão para o Amon Amarth, Tolkien está para o Blind Guardian, a erva está para o Marcelo D2 e a dor de corno está para o Belo... os piratas estão para o Running Wild. A partir do terceiro albúnd da banda, justamente Under Jolly Roger, a banda apostou a pirataria como arte conceitual para os albúns, para a produção dos shows e principalmente como tema das músicas. Se você não sabia pirataria é True. É lógico que pirataria envolvendo navios, pilhagem, garndes batalhas, rum, canhões e sangue é muito mais true do que vc copiar o cd do seu amigou ou baixar músicas no torrent e é neste primeiro tipo de pirataria que o Running Wild se inspira.
Under Jolly Roger é um clássico do metal e marco na carreira da banda. Com ótimos riffs e solos do começo ao fim o destaque fica para a faixa titulo e a “noite dos mendigos”.
Alcem a bandeira negra e façam os posers andarem na prancha. Obrigatório para td TRUE.
Power of The Dragonflame – Rhapsody
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O Rhapsody é uma banda que gera muitas controversias. Primeiramente eles são italianos... italianos vivem felizes da vida por terem o Imperador Palpatine (um Lorde sombrio Sith que vive disfarçado de Papa) vivendo em Roma. Porém se analisarmos o outro lado, como a mitologia romana (irma da grega, com Jupiter, Marte, etc), os gladiadores e principalmente o imortal DOM VITO CORLEONE (Michael é um cara legal, esforçado e tudo mais... mas DOM VITO é supremo e eterno) chegaremos a irrevogavel constatação de que italianos são TRUE.
Além do mais os temas épicos são a marca registrada do Rhapsody, juntamente com as orquestrações, corais, guitarras super velozes e a espada que Luca Turillo sempre empunha nas fotos.
Power of The Dragonflame é um clássico para aqueles que apreciam o trabalho da banda (que para alguns pode causar uma indigestão digna de uma macarronada italiana vencida). A faixa titulo abre o album em ritmo alucinante e épico e a balada Lamento Eroico, cantada em italiano é uma perola em meio aos solos super supersonicos. A capa desse albúm tambem é true a vero.
O fato dos caras do Rhapsody serem amigos do Manowar conta para que eles figuram nesta lista? COM TODA A CERTEZA. Mas eles são bons no que fazem.
Obs: Se vc gosta de Rhapsody nunca, em hipotese alguma se refira a eles como “Rhapsody of fire”. Esse “anexo” ao nome da banda é vergonhoso .
Glory To The Brave – Hammerfall

Você pode não gostar. Você pode achar que eles não fizeram nada de novo. Você pode conhecer pouco. Você pode não ter interesse algum. Mas que o Hammmerfall é true isso é. Como que eu sei? CARA ELES USAM ARMADURAS. Além do mais, olha o tamanho do martelo da figura misteriosa da capa de Glory to The Brave. Além do mais se uma banda permite ambiguidades homossexuais safadas como a da frase passada, há uma grande chance que ela seja realmente muitoTRUE.
Gostando ou não o Hammerfall também é uma das bandas responsaveis por atrair ao genero jovens da nova geração, por isso a banda possui uma grande importância dentro do cenário. Se vc acha que isso não é argumento vou pedir para que olhe mais uma vez o tamanho do Martelo na capa do disco de estréia deles para se lembrar.
Os destaques do albúm vão para “The Dragon Lies bleeding” (afinal dragão é mto épico e true e um dragão sangrando é algo raro e mais épico ainda, já que poucos além de Andrew Michael Krenker conseguiram essa façanha), The Metal Age (a era do metal... aço é metal e espadas são feitas de aço... TRUE) e a balada Glory to The Brave.
Into the Labyrinth– Saxon

Eles não são nórdicos, nem cantam sobre Valhalla, mas poucas bandas são tão clássicas e ao mesmo tempo tão Trues como o Saxon. A começar pelo nome, referência aos Saxões, um povo guerreiro extramamente TRUE. A discografia da banda esta repleta de músicas com temas épicos e a qualidade sempre impera no trabalho do Saxon. Alguns podem questionar a escolha por outra obra que não o clássico “Crusader”, porém se vc deseja ser um TWOEM sabe que é impossivel para algo cristão ser TRUE. Não importa o quão sangrenta seja a música, não importa quantas cabeças os católicos tenham cortado, não importa quantas batalhas tenham sido travadas e não importa nem mesmo que Knight of The Cross do Grave Digger seja um de seus albúns preferidos (embora haja um toque de rebelião contra igreja agradavel ali).
Into the Labyrinth é a obra prima mais recente do vocalista “Bife ao Byford” e sua trupe e foi escolhido pois coroa uma sequência incrivel de ótimos lançamentos. Na ultima década foram Killing Ground, Lionheart, Inner Sanctum e Into the Labyrinth. Uma sucessão de obras em um nível invejavel e espantoso. O Saxon tem grandes clássicos no passado como Power and Glory, Wheels of Steel e o já citado Crusader, mas na opinião desse fã, qualquer um dos 4 ultimos albuns bate de frente com qualquer classico e pode facilmente figurar como favorito na lista de qualquer fã, mesmo que da velha guarda.
Krenker admite que considera a carreira desta banda tão sólida e de tão soberba qualidade que praticamente qualquer outra obra poderia estar nesta lista. Power and Glory, Solid Ball of Rock, Lionheart, Into the Labirint, Inner Sanctum, Dogs of War, Crusader... não importa para onde você olhe dentro da carreira do Saxon veremos qualidade e batalhas épicas. Isto faz destes ingleses uma banda obrigatória nesta lista. Mas escolher apenas um albúm é uma tarefa impossivel, portanto ouça tudo o que puder e tire suas próprias conclusões.
Nightfall in The Middle Earth – Blind Guardian

Mitologia nórdica é true e épica. Tolkien é True e épico. Metal é true e épico. Se vc juntar estes três ingredientes você terá algo true épico. E juntando estes três ingredientes temos Blind Guardian... e SURPRESA... Blind Guardian é true e épico.
Tendo as obras de Tolkien como inspiração para muitas músicas, em nightfall in the middle earth temos a história do Silmarillion como pano de fundo para um albúm conceitual. Este albúm é tido por muitos como a obra prima do Blind Guardian e certamente se trata de um trabalho grandioso e ambicioso. Músicas com arranjos complexos interpoladas por interludios com narrativas que criam uma atmosfera densa e épica nos levam em uma verdadeira viagem. É o tipo de albúm que deve ser ouvido na integra, feito para se deliciar com cada riff, solo, letra e sons de espadas cortando o ar (sim elas estão lá.... cara isso é mto true).
Tunes of War – Grave Digger

Lembra o que foi dito sobre bandas alemãs? O Grave Digger é mais uma delas. História antiga, lendas e mitologia são pano de fundo para praticamente toda a obra do GD e obviamente, temos muitas batalhas nisso tudo. Heavy metal alemão + batalhas épicas = exigência para vc ser um TWOEM.
O Grave Digger é outra banda que eu posso dizer que caberiam muitos outros albuns no lugar deste. A qualidade da banda é notavel, bem como sua fidelidade ao estilo e sua temática. Rheingold talvez seja o albúm mais TRUE da banda (trata sobre mitologia nórdica), mas nós TWOEM somos famosos por nossa mente aberta e aceitabilidade as diferenças (DESDE QUE SEJA TRUE, por isso escolhi um que falasse sobre a guerra de idependência da Escócia. Sim, Mel Gibson de cara pintada de azul usando saia é EXTREMAMENTE TRUE. Os destaques deste albúm são muitos, a começar pela imortal “Rebellion (The clans are marching)”. Todo e qualquer TWOEM deve saber de cor a primeira strogonof da música, para o caso de que haja necessidade de se organizar uma marcha de rebelião rumo a batalha e consequentemente a Valhalla (ou a libertação da Escócia, caso você esteja de cara pintada de azul e ela tenho sido presa novamente. Sinceramente eu acho que deve ter sido legal libertar a Escócia antigamente, mas hoje em dia ele deve ta meio velha e passada e eu preferia usar o meu aço para salvar donzelas mais jovens). The Bruce, Battle of Flodden e Willian Walace são outros destaques da bolacha.
Chegamos a ante penultima lição. Se vc chegou até aqui esta de parabens, mas a prova de fogo vem a seguir. As três bandas a seguir devem ser bandas de cabeceira para qualquer um que deseja ser TWOEM.
Invictus – Virgin Steele

O Virgin Steel não é épico. Eles são extremamente épicos. Desafio qualquer um a achar 10 fotos do De Feis na qual ele não esteja com uma espada em pelo menos 8. Alias que isto sirva de lição. Se você deseja ser épico deve possuir uma espada, de preferência feita por anões, e ela deve possuir um nome de respeito.
Agora analise o nome da banda. Virgens são raras hj em dia é fato, mas atente a palavara Steele. Aço. Sim o aço, um dois três (;P) elementos fundamentais que formam o TRUE (black wind, fire and steel, ou vento preto, fogo e aço). Desde os primórdios Druidas tentam isolar os elementos que formam o TRUE para um estudo detalhado. Embora o fogo e o aço tenham sido estudados e reproduzidos, o vento preto nunca foi encontrado e isso se dá (Segundo Panoramix, famoso Druida gaules da antiguidade) porque o vento preto (BW666 na tabela periódica) simplesmente inexiste sem que esteja ligado a moleculas dos outros elementos co-irmãos.
Mas voltemos ao aço, o aço que nos pérmite construir espadas, machados, escudos, lanças e que está no nome de uma das bandas mais TRUE da história do metal. Qualquer coisa que vc ouça do Virgin Steele terá pontuação máxima na escala épica (a não ser seu primeiro albúm).
Invictus porém talvez seja ,ao lado de Marrieage of heaven and hell e the house of actreus, o maior clássico da banda. Ao contrário do que muitos imaginam, o nome “Invictus” não se trata de uma homenagem a Andrew Michael Krenker, o homem que não conhece a derrota, mas representa muito bem a grandiosiadade deste albúm que talvez seja o mais agressivo da banda. Trata-se de uma obra prima, obrigatório para qualquer fã de heavy metal e indispensavel para qualquer TWOEM. Os destques são muitos, mas apenas para não passar em branco: Through blood and fire, Sword of Gods Defiance e a espetacular “Veni, Vidi Vici” (ao contrario do que alguns imaginam, a palavra “Vici” não se refere ao Vasco).
Twilight of Thunder God – Amon Amarth

Vikings são o povo mais true que já caminhou sobre a face deste planeta. Mitologia nórdica é a coisa mais true que existe e quase td que é true vem de lá. Uma banda de um estilo que se chama Viking Metal, que fala sobre vikings e mitologia nórdica, com um nome FERRADO como AMON AMARTH (que aliás vem da obra de Tolkien) e que repassa para seu som toda a agressividade de uma martelada de Thor ou de uma invasão Viking só poderia estar em segundo lugar (não está em primeiro porque este posto é do... ).
Amon Amarth é uma banda que cresce e surpreende a cada novo lançamento, com performaces espetaculares e excepcionalmente nervosas. Se um dia você decidir pegar sua espada ou machado e partir rumo a batalha faça isso ouvindo Amon Amarth que vc ficará masi forte.
Em meio a tantos albúns bons, porque o TOTG? Óbvio não é? Ele fala de Thor. Odim pode ser o supremo, mas ninguem é mais True que o Loirão deus do trovão... até porque ele tem um martelo. É o albúm ideal para espancar trolls e orcs. A furia flui a cada batida ensadecida da bateria, a cada riff cortante das guitarras ou a cada grito destruidor do vocalista barbudo com cara de malvado (ISSO SIM É VIKING). Não me é permitido apontar destaques neste albúm. Todas as faixas são ensadecidamente ferozes e destruidoras. Sou viciado na faixa titulo, mas todo o albúm é de um nivel absurdo. Vs The world foi um baita album. With Oden on our side foi uma obra prima. Ainda não descobri se TOTG iguala ou supera seu antecessor. Grande banda... “Thor, odin's son, protector of mankind, ride to meet your fate, your destiny awaits
Thor, Hlôdyn's son, protector of mankind, ride to meet your fate, ragnarök awaits”
TUDO QUE EXISTIR DO MANOWAR

Sim, nós TWOEM ouvimos Manowar. Nós não só ouvimos Manowar, como ouvimos td que o manowar já gravou. Nós não só ouvimos tudo o que eles gravaram como fazemos isso vestidos com tanguinhas de pele de mamute, espada na cintura enquanto fazemos nossos 5 mil abdominais diários. Não esqueça do seu óleo corporal. Seus amigos acham que você é gay? Sim isso faz de vc TRUE. Mas vc pega mais mulheres que todos eles juntos não é? Não? Então vc corre o risco de virar um black metaller, pintar a cara e viver trancado no seu quarto resmungando contra tudo e todos. Se isso acontecer nós te caçamos com nossas espadas. Seu tacape com pregos não será de nada contra o nosso aço.
Nós ouvimos Manowar td dia, nós puxamos ferro, nós depilamos o peito de vez em quando, nós queremos uma harley e não teremos medo de usa-la.
Seja Eric Adams sempre que puder. Ou então seja Joe De Maio. Se preferir assuma o nome João de Sunga. Pegue garotas, mas goste mais de matar trolls. Ouça manowar alto. Se isso incomodar o vizinho ouça Manowar com a janela aberta de tanguinha.
NÓS SOMOS TRUE WARRIORS OF EPIC METAL... NÓS OUVIMOS MANOWAR
Se vc ouviu, se deliciou e compreendeu tudo o que envolve estes albúm, parabens, você pode se considerar um TWOEM iniciante. Para se aprofundar nas suas artes indicamos audições complementares extra curriculares como: Sacred heart e Killing The Dragon (Dio), Powerslave (Iron Maiden), Keeper of the seven Keys I e II (Helloween), Rebelion In Dreamland (Gamma Ray), Secret of The Runes (Therion), Majesty e toda e qualquer banda que seja um praticamente um cover (pra não dizer cópia) do Manowar. é cópia mas é true pra caceta.
Andrew Michael Krenker
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