quarta-feira, 1 de setembro de 2010

The Final Frontier - Iron Maiden

O texto a seguir, escrito por mim (Andrew Michael Krenker), é um relato de tudo o que senti ao finalmente ouvir o novo albúm da Donzela de Ferro. Se trata de um relato estritamente pessoal e expõe a minha visão e conceito sobre a obra. Respeito todos que pensam diferente de mim em relação a The Final Frontier, mas não compreendo como isso é possivel :P

A fronteira final por Andrew M. Krenker

Cada vez que a Donzela de Ferro lança um novo álbum, fãs e mídia especializada em todo mundo causam um verdadeiro alvoroço. Durante as semanas que antecedem o álbum a situação é sempre a mesma: muita ansiedade, entrevistas dos integrantes mencionando o quão grandioso, progressivo e diferente esta o álbum, procura incessante por previas ou “vazamentos” do álbum na web, lançamento de um single e por fim resenhas de jornalistas privilegiados que ouviram o álbum antecipadamente.

Com The Final Frontier essa rotina se repetiu para mim, ainda com maior intensidade em relação aos álbuns anteriores, em grande parte devido ao single EL Dorado.

Quando baixei o novo single direto do site oficial da banda, tudo o que não queria era ouvir uma intro lenta com dedilhados. Apesar de grandes musicas terem sido feitas assim, inclusive nos últimos anos, se tornou algo um tanto quanto comum para o Maiden. Mas El Dorado começa de forma inusitada e logo de cara temos o baixo cavalgado de Harris dando inicio a uma canção intrincada, pesada e com um refrão sensacional. De cara me deixou babando de vontade de conhecer o novo álbum.

Algumas semanas depois, a banda libera o vídeo feito para a faixa titulo “The Final Frontier”. Mais uma surpresa, pois a faixa de abertura do disco tem um ar totalmente hard rock, com bons solos e um refrão extremamente grudento. Musica muito competente... e a ansiedade crescia. A partir deste momento já acompanhava tudo que dizia respeito ao novo álbum, fossem resenhas de jornalistas que já começavam a aparecer, fóruns de discussões, matérias em revistas, etc.

Não demorou muito para que um site logo disponibiliza-se um release de 30 segundos de cada faixa do álbum. Isso acabou por esfriar um pouco minha ansiedade pelo álbum, pois os trechos disponibilizados em sua maioria eram justamente de partes lentas das musicas. Pela primeira vez veio a desconfiança para com o material. Felizmente, como descobri posteriormente com o álbum em mãos... infundada.

A apenas uma semana do lançamento heis que o álbum finalmente vaza na internet. Movido por uma ansiedade quase angustiante, resolvi baixar o álbum através de um blog, mas decidi não ouvi-lo e esperar por mais uma semana pela chegada do meu original, que já havia sido adquirido via pré-venda. Sábia escolha, apesar de ter sido uma decisão difícil.

Quarta feira, 18 de Agosto de 2010. Dois dias após o lançamento mundial, chego em casa 22:00 extremamente cansado, mas sobre a mesa uma encomenda me aguardava. Corro para me trocar, deito na minha cama com o encarte em mãos, ligo o som e ponho os fones de ouvido... um ritual que eu não fazia a anos (a ultima vez foi realmente com Dance of Death). Mas um novo álbum do Maiden merece ser ouvido com toda a atenção. O momento tão aguardado havia chegado, agora vamos relata-lo faixa a faixa:

Satellite 15... The Final Frontier

Como já comentado, já conhecia a musica, ou parte dela. A primeira faixa do álbum pode ser dividida em duas partes. A introdução Satellite 15 é de longe a coisa mais estranha feito pelo Maiden. Uma bateria Tribal (lembra muito o Angra, como muito já foi dito, mas também lembra o Sepultura em seus tempos de Roots) com guitarras distorcidas e um vocal fantasmagórico de Bruce dão um clima interessante para a pancada Hard Rock que vem a seguir, em The Final Frontier. Preferia que a banda tivesse dividido a introdução e a musica em 2 faixas. Por mais interessante que Satellite 15 seja e por melhor que seja a ambientação que ela crie para a seqüência, nem sempre da vontade de ouvi-la quando queremos ouvir The Final Frontier. Mas vale pela originalidade. Esta é, sem sombra de duvida. uma das melhores coisas já gravadas pela banda e uma ótima faixa de abertura. A banda conseguiu criar uma faixa hard rock com a cara do Maiden, e embora já tenha feito composições assim em No Prayer For The Dying e Fear of The Dark, esta se destaca com louvores.

El Dorado

Já comentei sobre esta faixa acima. Muito li e ouvi que se trata da faixa mais fraca do disco. Não concordo. Na minha opinião, se El Dorado estivesse em Powerslave ou Piece of Mind, ainda sim estaria entre as mais fortes do álbum. Falta-lhe talvez um solo mais agressivo, mas o refrão grandioso, contrastando com as linhas vocais irônicas do resto da musica lhe conferem o status de uma das melhores musicas do Maiden nos anos recentes.

Mother of Mercy

Essa musica tem a cara do Iron Maiden pós volta de Bruce e Adrian. Sua sonoridade nos remete logo de cara ao Brave New Wolrd, embora no decorrer da mesma e também devido a sua letra, vemos semelhanças com o Matter of Life And Death. A qualidade da mesma porém está acima da apresentada no AMOLAD, pois não dá voltas desnecessárias e, para os padrões do Maiden atual, é mais direta. Possui um clima denso e um refrão excelente. Uma das melhores do Álbum (embora seja realmente difícil escolher).

Coming Home

Bruce Dikinson. Coming Home é sem sombra de duvida uma música de Bruce Dickinson e poderia estar em seus trabalhos solo. De cara ela me remete ao Tyrannys of Soul, mas tem muito do Chemiccal Weddings também. Trata-se de uma balada, mas uma balada do Iron Maiden, portanto temos também peso, melodia, bons solos e um refrão fantástico. A letra, que também tem a cara de Bruce Dickinson, fala de retornar para casa após um vôo. Uma grande musica, que com outros poderia ser clichê ou piegas, mas que com o Iron Maiden foi moldada para ser uma pérola das mais preciosas.

The Alchemist

A musica mais rápida do Álbum, é apontada como sendo a mais Maiden. Possui uma melodia interessante e um refrão marcante. Durante minha primeira audição a achei uma musica um tanto quanto comum, ainda mais vinda depois de uma seqüência matadora como a formada por Satellite... The Final Frontier, El Dorado, Mother of Mercy e Coming Home. Porém, depois de ouvi-la algumas vezes mais , comecei a gostar da faixa. Possui um ótimo solo de Janick Gers. É uma musica mais comum em relação a outras do álbum e não possui o mesmo brilho, mas é sim uma boa faixa. Falta-lhe talvez mais peso nas guitarras, o que certamente agradaria muito mais aos fãs que vêem nela um elo com o passado da banda.

Isle of Avalon

Infelizmente esta musica não correspondeu as expectativas (pelo menos a minha), mas há uma boa razão para isso. Praticamente em todas as resenhas feitas, apontavam Isle of Avalon como um dos momentos mais brilhantes e épicos do álbum, contando com um inspirado solo de Adrian Smith. Realmente esta música é tudo isso, mas eu, particularmente esperava algo diferente. Talvez alguma coisa mais parecida com Alexander the Great ou mesmo To Tame A Land. Talvez a culpa da decepção seja mais minha do que da banda hehe.

A faixa tem um inicio lento, muito comum na fase atual da banda. É a faixa que mais faz uso desse recurso e embora para alguns, isso possa ser maçante, nesta música especificamente isto cai bem e cria um clima totalmente coerente com o misticismo em torno de Avalon. Durante o refrão o ritmo acelera e temos a melhor parte da musica, seguida de um solo realmente inspirado de Adrian, mas que surpreendentemente parece saído de um álbum do Rush. A mistura de influencias celtas, com o heavy metal do maiden e a influencia progressiva fazem de Isle of Avalon uma musica única no repertório do Maiden (não importa o quanto alguns torçam o nariz para a intro dedilhada lenta). É sim uma boa música, mas que talvez requeira algumas audições para melhor capturar varias nuances existentes e para compreende-las melhor.

Starblind

Embora haja varias candidatas ao posto de melhor música do álbum, Starblind é sem duvida uma das mais fortes. A musica reúne caracteriticas típicas do Maiden anos 80, com momentos que lembram muito Seventh Son of a Seventh Son, e elementos progressivos típicos dos anos recentes da banda. Acrescentado a isso temos elementos psicodéclicos que dão a musica um ar único.

Com uma letra inspirada, bons solos, refrão marcante e ótimas linhas vocais é uma das músicas que dificicilmente não agrada os fãs, sejam eles da antiga ou da nova geração. Iron Maiden em sua melhor forma.

The Talisman

The Talisman tem tudo para ser uma música nota 10, infelizmente ela peca em um único detalhe: uma introdução lenta como tantas outras. Não que a introdução seja ruim, ou mesmo desnecessária, pois acrescenta uma atmosfera interessante a música e Bruce demonstra toda sua capacidade de interpretação como vocalista (Não é difícil de imaginar o vocal da Donzela de ferro junto a uma fogueira de violão na mão narrando uma historio, ao se ouvir esse trecho da musica). O problema é que esta introdução é semelhante até demais a introdução de The Legacy,musica que fecha em alto nível o album Matter of Life And Death. Quando ouvi The Talisman pela primeira vez fui assaltado por uma verdadeira sensação de De Javu. Não é ruim, mas poderia ser diferente.

Passada a introdução a musica explode em uma sequencia rápida e com melodia excepcional. Podemos facilmente imaginar a cena de desbravadores vikings navegando através de tormentas em busca de novas aventuras. Se trata de uma musica mais alto astral, como por exemplo Out of The Silent Planet, mas é muito superior a esta. A melodia é realmente cativante a o refrão grandioso. Só mesmo o Maiden para criar épicos como este.

The Man Who Would Be King

Chegamos a sempre presente composição de Dave Murray. Já foi dito por integrantes da banda que o processo de composição de Dave é semelhante ao parto de um elefante. Desta vez parece ser um elefante realmente difícil de digerir. Particularmente a considero uma boa faixa, a principio a considerei mais abaixo do restante do álbum. Foram necessárias algumas audições para que eu começasse a aprecia-la. A introdução lenta aqui é totalmente desnecessária e a musica ganharia muito se começasse diretamente com seus bons riffs.

Bruce canta em tons baixos nesta musica, inclusive no refrão, que é competente. Acredito que este seja o adjetivo que melhor define esta música: competente. Tem momentos interessantes, que se tornam melhores a cada audição.

When The Wild Winds Blows

Inusitada. When The Wild Winds Blows é uma musica completamente inusitada no que se refere a Iron Maiden. A nível pessoal eu a classifico, porém, como Obra Prima.

Inspirada em uma animação da década de 80, que por sua vez é baseada em uma graphic novel, a música narra a história de um idoso que juntamente com sua esposa se prepara para um iminente ataque nuclear a Inglaterra por parte dos soviéticos, durante o período de guerra fria.

Steve Harris assina sozinho esta música e embora a temática tenha a sua cara, a música em si é bem diferente de tudo o que o Maiden já fez. Alguns, os mais radicais talvez, a odeiem. Eu a considero entre as melhores coisas já feitas pela banda. Um resenhista a descreveu como “sendo algo parecido ao que os beatles talvez fizessem se utilizassem 3 guitarras e tocassem mais pesado”. É uma comparação interessante, mas dificil de se ter certeza.

A musica começa com o som de vento soprando e logo temos uma introdução calma, acompanhada de um inspirado Bruce Dikinson e sua excepcional capacidade de interpretação. Definitivamente Bruce sabe fazer exatamente o que a canção pede. Algumas estrofes para frente e o ritmo acelera e logo a musica se desenrola com sensacionais variações e ótimos solos.

Certamente este é um som pronto a criar polemica (ainda mais) em meio aos fãs, pois muitos a considerarão ótima enquanto outros torcerão o nariz para a mesma ou ainda estarão prontos a afirmar que não possui nada de excepcional.

Conclusões Finais

O Maiden já conta mais de 30 anos de carreira e em todo esse tempo mudou muito. Em seus primeiros anos com Paul Di Anno, era uma banda direta e crua com uma veia Punk. Com a entrada de Bruce a banda perdeu um pouco da crueza mas continuou com trabalhos pesados e fenomenais. Com Somewhere in Time e Seventh Son of a Seventh Son o grupo experimentou um metal mais elaborado e perdia um pouco do peso e espontaniedade inicial. Veio o No Prayer for The Dying e Fear of the Dark e com isso a fase Hard Rock da banda. Blaze Bayle entrou no lugar de Bruce Dickinson e a donzela passou a ter um som mais sombrio. Com a volta de Bruce veio o inicio da fase mais progressiva, com arranjos mais trabalhados.

Nenhuma banda de metal no mundo possui uma horda de fãs tão vasta quanto o maiden e esta legião foi crescendo a cada álbum lançada pelo conjunto. Ou seja, existem fãs que conheceram a banda ao som de sua fase tradicional, ou sua fase hard rock, ou na era Blaze... é praticamente impossível agradar a todos e historicamente, cada album lançado pelos britânicos vem carregado de polemicas e criticas negativas (a exceção são os dois primeiros e talvez o Piece Of Mind - mesmo Powerslave foi criticado-). Passado um tempo porém, estes álbuns se tornam clássicos e admirados por muitos. Com o Maiden isto é uma tendência e provavelmente acontecerá novamente, agora com TFF.

Aqueles que esperam um som direto, como em TNOTB ou POM irão se decepcionar. Não é um álbum fácil de se assimilar, mas certamente desce mais fácil do que o antecessor AMOLAD. Aqueles menos radicais certamente irão apreciar o grande trabalho de Harris e Cia neste álbum, mesmo que talvez leve algum tempo (como é comum na historia da banda). Minha opinião pessoal é de que este álbum está próximo ao Somewhere in Time e Seventh Son of A Seventh Son em sonoridade (e não muito longe em qualidade). É superior ao DOD e ao AMOLAD e apto a bater de frente com o Brave New World (também um álbum magnífico), capaz inclusive de supera-lo e se tornar o melhor lançamento da Donzela desde Seventh Son of a Seventh Son (e olha que este que vos escreve é um fã de carteirinha do NPFTD).

O destaque individual da banda neste álbum é certamente Nicko MacBrain. O Batera demonstra muita técnica e se sente muito a vontade com a fase progressiva da banda. Durante todo o álbum podemos perceber seu grande trabalho, com ótimas viradas e batidas certeiras. Eu também destacaria Adrian Smith, que alem de participar de boa parte das composições, nos brinda com ótimos solos.

O destaque negativo fica por conta do “Caveman” Kevin Shirley e sua produção. Jogar toda a culpa em cima do produtor, em se tratando do Maiden é arriscado, pois é dificl saber até onde Steve “Corleone” Harris se intromete nos assuntos do mesmo. Falta ao álbum mais peso, especialmente para uma banda com 3 guitarristas. Com um bom sistema de som, é possível fazer uma regulagem de forma que se de mais destaque a esses instrumentos e com isso temos uma real noção de quanto este álbum poderia ganhar com isso.

Gostei do álbum de primeira (o que não é comum no meu caso) e aponto como os maiores destaques: The Final Frontier, Coming Home, Starblind e When The Wild Winds Blows. Essas são seguidas de perto por The Talisman, Mother of Mercy e El Dorado. Isle of Avalon, The Alchemist e The man who would be king também são grandes faixas. Não há faixas ruins no álbum. Pode-se achar faixas mais fracas em relação a outras, mas de forma alguma há em Final Frontier músicas ruins. Resumindo… embora possamos apontar que algo deveria ser diferente aqui ou acolá, The Final Frontier se trata de um ótimo álbum do Maiden (para aqueles que não o escutam com uma mente fechada).

Minha nota seria 10, pois a banda se mostra inspiradíssima e merece tal nota, mas pela produção que poderia ser melhor, The Final Frontier ganha um 9,5.

sábado, 12 de junho de 2010

POST TRIPLO

Bom pra compensar o tempo que estou sem escrever e o tanto de assunto que tenho pra falar.. ai embaixo teve um post triplo. Agora estou prestes a embarcar para uma nova conquista.. a primeira tour internacional dos savage crows. Obamalandia agora sera aexada ao império de Krenker.
HAILSSS!!

COPA DO MUNDO

E COMEÇOU A COPA \O/

Finalmente começou a Copa do Mundo. Lembro-me bem da minha ansiedade para a copa de 2006... não se tratava tanto de ver o Brasil sr campeão mas de er futebol o dia inteiro :P
Fiquei decepcionado duplamente pois além da vergonha da nossa seleção o futebol mostrado foi mto abaixo do esperado, já que se esperava muito de tantos craques presentes. No final nenhum craque brilhou, a campeão foi a Azurra (pelo menos disso eu gostei... tenho sangue italiano né... sou um italo-brasileiro-nordico by the power of Odin) com um futebol retranqueiro e feio e o melhor jogador da copa foi Canavarro, um zagueiro até então pouco falado (apesar de terem dado o premio pro Zidane, que apesar de ter ido bem, não foi grande coisa... mas como estava se aposentando... tinha q fazer um agrado pro cara kk).
Espero que a ansiedade para essa Copa seja melhor recompensada. Boto fé no time do Dunga apesar de não gostar nem do time nem do Dunga. Gostem ou não é um time competitivo. Minhas duvidas maiores se devem ao fato de termos a copa por aqui em 2014... e td mundo sabe que no futebol tem mta politicagem. Muitas lendas também, mas mta politicagem. Com certteza mta gente poderosa quer ver o Brasil ganhar em casa... será q deixariam o Brasil ganhar duas copas seguidas. Bom não sei.. é dificil especular até onde as lendas são verdades, embora o jogo de interesses seja um fato... só nao sabemos ate onde vai sua influencia.
Como disse, odeio Dunga, odeio CBF E Ricardo Teixeira, faltou mta gente boa nessa seleção e tem uns caras intragaveis... mas vamos torcer pelo Brasil apesar de tudo isso.
Mas acima de tudo, espero ver futebol de qualidade. A Argentina acabou de estreiar e apesar de ter vencido de 1x0 com um gol roubado (meteram a mão nos negão) apresentou um futebol ofensivo que parou nas grandes defesas do goleiro nigeriano. Espanha e Holanda são as outras esperanças de se ver bom futebol.
Favoritas? Na minha opinião:
Brasil: apesar do Dunga, do time feio e da copa 2014 por aqui
Espanha: apesar da falta de tradição e da fama de cavalo paraguaio (tem jogado mtoe tem o melhor time da copa)
Argentina: Apesar da defesa ridicula e do Maradona que não é tecnico que se preze
Alemanha: nunca se fala mto nela, mas ela sempre vai longe

Qualquer coisa fora isso é surpresa, msm a Holanda que vem jogando bem. Não acredito em titulo, mas sim em uma boa campanha. Tb axo que a Italia vai mal nessa Copa.. o time esta envelhecido e os nomes novos não demonstram nada de mais. Concerteza teremos alum time africano indo longe também... vamos que vamos.. apesar da politicagem... amo futebol.. apesar da cbf ter vendido nossa seleção... amo copa do mundo... não da pra perder.

El Dorado... Single of Gold

El dorado... novo single do albúm The Final Frontier da Donzela de Ferro.


Fui obrigado a abrir uma excessão no meu luto para ouvir o novo single do Iron Maiden. Dio entenderia e eu não aguentaria esperr duas semanas para tal. Fui a unica coisa que ouvi que não tinha Dio no vocal nas ultimas 4 semanas. E quão bom foi ver q não haveria motivos para arrependimento.
Que SONZAÇO. Qdo se fala de Iron maiden, sempre parece haver a boa vontae de dizer que tal musica poderia fazer parte dos classicos de antigamente (fase p´re No prayer for the dying, ou pré fear of the dark...) Neste caso não é exagero.
Na minha opinião de faça incondicional da banda (é minha banda favorita, a unica coisa ue admito curtir mais do que as coisas feitas pelo mestre Dio) digo que o Maiden fez sim boas musicas nos ultimos anos. Brave New World é um grande album e Dance of Death, assim como Matter of Life and Death apesar de na minha opinião inferiores ao BNW são tambpem muito bons. Musicas como Wicker Man, Blood Brothers, Ghost of Navigator, Paschendale, Face in the Sand, Dance of Death, These Colours Don't Run, Montsegur, The Pilgrin e Reincarnation of benjamin Breeg são fabulosas e apesar de serem consideradas inferiores aos sons da epoca dourada do Maiden, são melhores doq ue muitas bandas conseguem fazer em suas melhores fases.
O que vinha me incomodando com fã da banda nos ultimos 3 discos, era a forma como ela copoava a si mesma. Introduções lentas, dedilhados..... grandes musicas foramf eitas assim mas a formula estava se repetindo demais. Q SATISFAÇÃO FOI OUVIR EL DORADO E VER QUE ESTA ERA DIFERENTE.
O single começa com uma introdução curiosa, uma "bagunça" que mais parece o final de alguma musica, mas então um solo que remete de leve ao solo de introdução de wasted years e ao album somewhere in time começa a dar uma direção amusica e logo ela ganha vida propria com riffs intrincados e com linhas vocais agressivas de Bruce Dickinson... e a musica tem seu ápice num refrão grandioso que se torna épico na voz de Mr Dickinson... um refrão daqueles que ficam grudados na cabeça e que vc não se cansa de ouvir vez após vezes. O Solo de guitarra coroa uma musica como a muito eu não via o Maiden fazer, não pela qualidade que é uma constante na banda mas pelo diferencial do que tem sido feito ultimamente. Trata-se, sem duvida de uma tipica musica do Maiden e esta sim eu conseguiria ver entrandu num album como Powerslave, Seventh SOn, Somewhere in Time esendo uma das garndes musicas do albúm.
Torço, e torço muito para que album, Final Frontier a ser lançado em agosto, tenha a mesma direção que o Single. Que os dedilhados deem lugar a novos caminhos.. caminhos de ouro... caminhos para El Dorado.

R.I.P. RONNIE JAMES DIO

Próximo dia 16 completará um mês que a maior voz do rock n roll faleceu.
Nikos Crampetal realizou um churrasco com trilha sonora do nanico como forma de homenagea-lo, já eu, Andrew Michael Krenker adotei um luto de um mês ouvindo apenas musicas do Dio/Heaven and Hell (sabbath c dio)/ Rainbow/ Elf.
Meu luto termina na proxima quarta feira e posso dizer que apreciei como devia a intensa carreira do mestre. Incrivel que mesmo ouvindo apenas isto durante um mês sinto que ainda deixei passar alguma coisa... pois ouvi pouco o segundo album do Elf e tb os dois do Dio com Tracy G. Ouvi mto mesmo o Master of The Moon, Dehumanizer, Rising e Sacred Heart. Descobri que o Angry Machine, Strange Highways e principalmente o Lock up The Wolves são bons... e aprendi a admirar ainda mais a voz de Dio.
Me surpreendi ontem ao ver a matéria especial que prepararam para ele na revista Rodie Crew... esperava mais e me decepcionei. Preferi nem comprar a revista pois o que tinha ali nao era nd de novidade nem digno de se guardar. Ainda me surpreendeu a revista colocar o Killing The Dragon como o pior album do mestre e ter colocado a dobradinha com Tracy G como sendo bons.. geralmente eles são considerados os mais fracos.
Enfim, escrevo a voces sobre esta minha experinência hoje, pois no proximo dia 16 estarei dando inicio a primeira turne internacional dos Savage Crows. Partirei para conquistar a terra de Obama e lá fincar a bandeira dos corvos selvagens. Embarcarei no avião ainda sob meu luto e a viagem tera a trilha sonora de Ronnie.
Durante este mês apenas abri uma excessão no meu luto. E sobre isso falarei no proximo post.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

UMA SEMANA

Pois é, ontem fez uma semana que a maior voz que o mundo do metal ja conheceu se foi. Nesses sete dias, em tributo ao grande pequeno, ao maior nanico que esse mundo ja viu... só ouvi material de sua carreira... Elf, Rainbow, Black Sabbath (ou Heaven and Hell) e Dio. Ficar uma semana ouvindo apenas material desse gênio, me fez pensar muito e refletir muito sobre a carreira do cara. Entre muitas reflexões, criei minhas proprias listas de preferências e td mais.... quem quer saber disso? Ninguem oras... óbvio... mas to com vontade de postar e como o blog é meu ....

Reflexões:

Algo que eu realmente nunca pensei que aconteceria.. o Dio morrer antes q o Ozzy. Felizmente alguem mais lucido me lembrou que o Ozzy já morreu e esqueceu de deitar... e Dio não morreu, partiu para Valhalla.

Infelizmente, provavelmente, não teremos a tão aguardada continuação do Mágica : ( Nikos Crampetal acredita que as musicas ja estariam gravadas... eu não sei... Acho que msm estando gravadas nao estao finalizadas, portanto acho dificil que saia algum dia.

A trilha sonora no meu carro essa semana foi o Master of The Moon, ultimo album da banda Dio. Apesar de considerar um bom album, nunca viajei muito nele.... nessa ultima semana mudei minha opinião... baita obra... não era pra ser a despedida do nanico em sua carreira solo, mas acabou sendo e é digno de tal posto.

Acho que de todos os lamentos pela morte do Ronnie, o mais coerente foi o do André Matos. Dio sempre foi um exemplo de longevidade no Rock. O nanico com mais de 65 anos cantava como nignuem e agitava muito sobre o palco. O André falou que isso era empolgante pois ele via que ele, assim como outros artistas, poderiam chegar naquela idade fazendo o que mais gostavam. Pra mim, Dio sempre foi a referencia quando eu sempre tinha de ouvir de leigos que gente desse meio (metal) vivia drogada, e etc... estava ali um exemplo de alguem que sempre se cuidou, exemplo de profissionalismo, carater, talento e amor pelo que fazia. Vlw Ronnie.


Listas:

Das bandas que o nanico participou, sou fã de todas. Tenho tds albuns de tds... mas se fosse ordernar minhas preferidas, seria esta a ordem:

1- Rainbow
2- Black Sabbath
3- Dio
4 - Elf

Melhores albuns do Elf:

1- Tring to burn the sun
2- Elf
3 - Caroline Count ball

Ps: Aqui cabe uma observação.. gosto dos tres albuns... e pra mim estão muito proximos um do outro em sonoridade e qualidade. Se inverter lista, daria na mesma pra mim.

Melhores Albuns do Rainbow:

1- Rising
2- Long Live Rock n Roll
3 - Rainbow

Melhores Albuns do Black Sabbath (DIFICIL PRA C¨*&¨#@)

1- Dehumanizer
2- Heaven and Hell
3- Mob Rules
4 - The Devil you Know

Ps: Aqui é complicado... independente da ordem que eu colocar esses albuns.. estarei injustiçando alguma coisa. Mas eu acho que é essa ordem mesmo, na minha opinião. Gosto muito do peso do Dehumanizer, e da raiva que o Dio canta em musicas como "I" por exemplo. Heaven and Helll é um discasso, só tem classicos e foi a estrei do mestre no Sabbath. Ja Mob rules contem 3 musicas que pra mim são imortais no repertorio do nanico: MOb Rules, Sign of the Southern Cross e Falling in the Edge of the World (que junto com gates of babylon e stargazer são minhas preferidas da carreira do nanico) Ja o The Devil you Know é muito bom mas acredito eu que esteja abaixo dos ja citados.

Melhores albuns do DIO:

1- The Last In Line
2- Holy Diver
3 - Sacred Heart
4- Magica
5- Dream Evil
6- Killing The Dragon
7- Master of the Moon
8- Lock Up The Wolves
9- Angry Machines
10 - Strange Highways

Ps: Aqui as duvidas são entre a posição 1 e 2 (mas acho que ainda prefiro o The Last in line, apesar do Holy Diver ser excepcional). Posições 4 e 5... dificil decidir entre Dream Evil e Magica, acho que foi a escolha mais dificil. E por fim 7 e 8 que são os ultimos albuns da banda e eu gosto demais (killing the dragon tem no Doug Aldrich boa parte de sua vantagem).


Na proxima edição das listas de Andrew Michael Krenker que ni nguem quer saber mas ele publica mesmo assim: As 20 melhores musicas da carreira do nanico na opinião de A .M. Krenker (10 é impossivel e se fosse 30 iam falar q é sacanagem hehe)



domingo, 16 de maio de 2010

UMA VOZ (por Nikos Crampetal)

16 de maio de 2010. Falece Ronald James Padovana. Ah, você não conhece? Então não é fâ de um dos maiores e revolucionários vocalistas da história do Rock n Roll, mais precisamente do gênero Heavy Metal. Estou falando de Ronnie James Dio, um nanico de 1,65, com uma voz inversamente proporcional. Ronnie, não precisava de mostrar sua competência nos palcos para ninguém. Era singular, incomum. Pergunto: Algum vocalista tem o carisma, a empatia com o público, o timbre e o VOCAL como Ronnie James Dio? Eu acho que vocês não tem resposta, como eu não tenho, porque não existe!

Ronnie James Dio, se tornou famoso ainda na década de 70, mais precisamente no Rainbow, um projeto de Ricthie Blackmore. Dio, abria os shows do Deep Purple na época, liderando a banda o ELF. Lançou 3 OBRAS PRIMAS, Ricthie Blackmore’s Rainbow, Rising e Long Live Rock n Roll, com clássicos como Man on the silver mountain, Catch the Rainbow, Stargazer, Starstruck e Long Live Rock n Roll. Com o sucesso através do Rainbow, surgiu um convite incrível: Substituir Ozzy Osbourne no Black Sabbath. Aceito o convite, lançou que para mim é o maior clássico do Heavy Metal, o álbum Heaven and Hell. Ronnie estava em destaque no mundo do metal.

Encontrou o devido respeito, o seu devido lugar de um DEUS no meio da música.

Com o Black Sabbath gravou mais 3 discos, o MOB RULES, o ao vivo LIVE EVIL e Dehumanizer, após regressar a banda depois de quase 10 anos. Ronnie também teve uma carreira solo de imenso respeito, gravando álbuns memoráveis como Holy Diver e The Last in Line. Ronnie James Dio, já era chamado de DIO, não pela banda solo, mas sim porque era um Deus da música.

Por incrível que pareça, quando eu tinha meus 14 anos e ouvia Black Sabbath preferia ouvir com Ozzy, do que com Dio. Não sabia que meus ouvidos estavam carecendo de MUSICA somente descobri quando parei para ouvir de verdade quando tinha meus 18, 19 anos.Naquele momento eu disse....QUE PUTA CANTOR!

Tive o prazer, o privilégio e a HONRA de vê-lo no palco duas vezes. Uma do dia 27 de agosto de 2004, no então Claro Hall no Rio de Janeiro, que para mim FOI O MELHOR SHOW DA MINHA VIDA, não imaginava um velhinho com uma disposição daquela no palco sem desafinar uma nota sequer!! SENSACIONAL SIMPLESMENTE. A outra, e infelizmente a última, foi em 2009, 10 de maio, domingo dia das mães em BH no Marista Hall. Desta vez, o show foi do Heaven and Hell, banda de reunião dos integrantes da era Dio, no Black Sabbath. Não imaginava que seria a última vez, que ouviria sua voz e o viria no palco.

Ronnie foi acometido pela pior doença da humanidade, o maldito câncer. Batalhou alguns meses, mas infelizmente não conseguiu. Mas deixou um legado muito importante para o Metal, com suas músicas! Não tenho dúvidas disso. Agora, so me resta encerrar esse texto ouvindo a minha música predileta. WE ROCK!

Ronnie, goes to piece! Ronnie vá em paz! Descanse o sono dos Deuses!!!

Nikos Crampetal

R.I.P. Ronnie James Dio (por Andrew M. Krenker)

Parte do fascinio do Rock n’ Roll vem do fato de sempre poder se conhecer uma nova (muitas vezes velha) coisa para se ouvir. Seja através de amigos, Internet, de uma matéria vista numa revista, etc. Ainda me lembro como conheci o som de um baixinho americano que logo passou a ser chamado por mim como “Mestre”. Na época, tendo em torno de 14 ou 15 anos, me interessava muito pelo Angra. Visitando o site da banda, percebi que todos os integrantes citavam um tal de “Dio” como uma de suas principais influências. Curioso, esperei o sabado chegar (internet discada no fim de semana era mais barata), abri o Kazaa e procurei por musicas do Dio, ainda sem saber direito se aquilo era uma banda ou uma pessoa.

Ouvi as primeiras musicas no mesmo quarto em que estou no momento, deitado no chão lendo um livro da escola. As primeiras músicas foram Holy Diver, Man on The Silver Mountain, Rainbow In The Dark, Rock n’ Roll Children, dentre outras. Foi amor a primeira vista. Menos de um mês eu estava comprando o Dvd Evil or Divine e então estava feito.... Ronnie James Dio tinha um novo fã. Deste momento em diante o Mestre do metal tinha um novo admirador de sua obra.

Não demorou para adquirir toda sua discografia (Elf, Rainbow, Sabbath e Dio) e tenho de me desculpar, pois admito ter baixado tudo em mp3. Se não comprei toda sua vasta discografia nanico, pelo menos adquiri dvds e consegui ver o senhor ao vivo pelo menos em 3 oportunidades.

A primeira vez que vi o Dio ao vivo foi em 2004 e permanece até o momento como a melhor. Um grande show com o nanico cantando de modo infernal e gates of babylon no set list, além da grande viagem de Stargazer e outras. Foi um momento memoravel da minha vida, ouvir todas aquelas musicas ao vivo e ver o Mestre em pessoa com todo seu carisma distribuindo “chifrinhos” e “Joinhas” pelo palco. Mesmo alguns dias após o show, ainda fui premiado com um grande acontecimento proveniente deste. Ao comentar o espetáculo no forúm do Whiplash, tornei disponivel meu msn para alguem que quisesse discutir o show. Não demorou e logo um capixaba muito louco, que havia assistido ao show no Rj me adicionou e ali nasceu uma amizade que cresceu regado a muito Rock n’ Roll e muito debate envolvendo futebol e São Paulo F. C. Este evento também ficou registrado em datas estelares posteriores como a primeira reunião de Andrew Michael Krenker com Nikos Crampetal.
O segundo show visto por mim, sendo este a passagem de Dio por São Paulo em 2007 não foi menos memoravel e contou com um set list mais voltado para musicas da banda Dio, como I Speed at night e sunset superman. Showzaço.

A terceira vez que vi o Mestre dos Magos (como tb apelidei o pequeno elfo que canta demais) foi um show lendário já com o Heaven And Hell. Um grande show e uma oportunidade rara para nós brasileiros de ver Dio e Iommi juntos. Showzaço e satisfação em dizer que vi tal lenda da música de perto.

Ainda sem saber do falecimento, mas sabendo do estado de saude do mestre, ouvia Dream On, imortalizada em sua voz, no carro enquanto observava um por do sol singular, onde o horizonte exibia um vermelho sangue. O céu sangrou e o sol prestou tributo ao mestre do metal hoje.

Dio, sinto muito por nao ter comprado todos os seus albuns como assim desejo (espero um dia poder ter todos em mãos). Não te enriqueci mais um pouco Mestre, mas este é um momento onde riquezas não mais importam. Mas agora, esta em minhas mãos, assim como nas mãos de todos os milhares de fãs espalhados pelo mundo, de realmente dar a Ronnald Pavadona, o Dio, aquilo que neste momento é o bem de maior valor que pode ser dado a um artista. Aquilo que o mestre já conquistou em vida e agora cabe a nós consolidar. IMORTALIDADE. O homen mortal pode ter falecido hoje, 16 de maio de 2010, mas a obra de Ronnie James Dio há de viver para sempre, assim como seu nome, já gravado no livro do Rock n’ Roll.

Aqui estou, triste como nunca pensei que ficaria pela morte de alguem que apenas vi a distancia 3 vezes, mas que sinto como se fosse um amigo. E quer saber... ele foi. Suas músicas estiveram presente em boa parte da minha vida, em momentos deveras marcantes. Seus 3 shows foram inesqueciveis, momentos épicos e maravilhosos. Seu carisma e respeito pelos fãs fazia com que nos sentissemos proximos a ele. Além do mais, devo ao nanico uma grande amizade e o surgimento dos savage crows.. derivando grandes debates sobre rock e futebol e muitas gargalhadas.

Nas palavras recem digitadas do meu amigo Nikos que conversa comigo sobre o acontecido no no momento (via msn)... só nos resta saber que fomos privilegiados por conhecer tamanho talento e te-lo visto ao vivo.

Vlw baixinho, o mundo do metal tem em vc o nosso Dio.



Andrew Michael Krenker


Dio, Rudy Sarzo e Craig no Credicard Hall, São Paulo em 2004 (uma aula de Rock n' Roll)
Vlw Mestre.


quinta-feira, 4 de março de 2010

Genesis segundo os Irmãos Young

Let There Be Rock


No início,
Lá em 1955
O homem não conhecia um show de rock'n'roll
E todo aquele "swing"
O homem branco tinha a emoção
O homem negro tinha a melancolia
Ninguém sabia o que eles iriam fazer
Mas Tchaikovsky deu as notícias
Ele disse

Que haja som, e houve som
Que haja luz, e houve luz
Que haja baterias, e houve baterias
Que haja guitarras, e houve guitarras
Que haja rock

E veio a acontecer
Que o rock'n'roll nasceu
Por toda parte cada banda de rock
estava eclodindo uma tempestade
O homem de guitarras ficou famoso
O empresário ficou rico
E em cada bar havia um superstar
Com uma tremenda excitação
Havia quinze milhões de dedos
Aprendendo a tocar
E dava pra você ouvir os dedos dedilhando
E isso é o que eles tinham a dizer

Que haja luz
Som
Bateria
Guitarra
Que haja rock

Uma noite em um clube chamado "Aperto de Mãos"
Havia uma banda tocando a quarenta e dois decibéis
A música era boa e a música era alta
E o vocalista virou-se e disse à multidão -
Que haja rock

Ps: O livro de genesis é uma biografia autorizada de Rickya, guitarrista dos Savage Crows. Esta acima, se trata de uma re-leitura da criação do universo baseado na obra do meio elfo.

quarta-feira, 3 de março de 2010

NIKOS CRAMPETAL NÃO CUIDA DO SEU ANIMAL

Depois da tartaruga do velho Nikos que virou noticia na web... agora vemos seu chipanze virando noticia:

http://deumenter.blogspot.com/2010/02/fumante-e-alcoolatra-chimpanze-e.html

A familia Crampetal é mesmo uma familia Rock n Roll

segunda-feira, 1 de março de 2010

Dirty Dirk, a tartaruga de NIkos Crampetal


Triceratops, Mamutes e calopsitas.. dentre os animais de estimações do nosso bom mestre ancião.. Dirty Dirk se destaca, mostrando uma virilidade digna de David Coverdale (será q ele usa overdubs)?







Uma tartaruga de 70 anos está surpreendendo especialistas e atraindo espectadores para o Zoológico de Londres por causa de sua disposição sexual insaciável.
Dirty Dirk, uma tartaruga do arquipélago de Galápagos que pesa quase 200 quilos, é a estrela maior da exposição "Os Gigantes de Galápagos" porque não tem dado trégua para suas companheiras Dolly, de 16 anos, e Dolores, de 14, que têm menos da metade de seu peso.
Segundo o zoo, Dirk passou um ano e meio longe das fêmeas antes da viagem à capital britânica, o que pode justificar seu apetite sexual.
Mesmo assim, os funcionários do zoológico dizem estranhar que a volúpia da tartaruga não tenha diminuído depois da época tradicional de acasalamento, que ocorre no período mais quente do ano.
"Acho que Dirk tem uma queda em particular pela Dolly. Eles vieram juntos para cá e têm sido inseparáveis desde então", conta Ian Stephen, zoólogo especializado em répteis e anfíbios do Zoo de Londres.Segundo o zoológico, Dirk "nem ao menos permite que Dolly termine suas refeições ou saia da banheira antes de ser seduzida".Dirk foi levado do arquipélago de Galápagos, no Oceano Pacífico, para a Holanda em 1962. No ano passado, foi enviado para a exposição em Londres.

Extinção

O apetite sexual de Dirk tem deixado os especialistas do Zoo de Londres animados com a perspectiva de que ele possa gerar filhos em suas parceiras quando o clima esquentar.Isso porque, apesar de terem um casco muito resistente e sobreviverem por até 150 anos, as tartarugas de Galápagos estão ameaçadas de extinção.
Segundo o zoológico, a caça, o turismo e a expansão de predadores nas ilhas do Pacífico estão dizimando os animais da espécie. Três dos 14 tipos de tartarugas da região já estão extintos.
As tartarugas de Galápagos são particularmente
importantes para a história da ciência porque foram alvo de estudos de Charles Darwin.
Em 1835, quando ainda era um jovem
pesquisador do Zoo de Londres, Darwin estudou os animais. Mais tarde, esses estudos o ajudariam a desenvolver a teoria da seleção natural.
"Esses animais crescem a um tamanho imenso", escreveu Darwin, dez anos depois, obre as tartarugas de Galápagos. "Muitas são tão grandes que são necessários seis ou oito homens para levantá-las do chão."



sábado, 27 de fevereiro de 2010

COLUNA DO VÉIO – REBELDIA E NOSTALGIA, É O THE WHO!

Uma coluna de Nikos Crampetal

COLUNA DO VÉIO – REBELDIA E NOSTALGIA, É O THE WHO!


A “COLUNA DO VÉIO” estréia no GATES OF SAVAGE com uma matéria sobre uma banda, nada mais, nada menos que o THE WHO. THE WHO é uma banda, que conquistou gerações e ainda conquista, mesmo, que a maioria dos fâns já beiram seus 50 anos..rs Caro, fedelho EMO, se você estiver lendo, hoje, você saberá que NX ZERO, nunca será uma unha do THE WHO.
Roger Daltrey (vocal), Peter Townshend (guitar), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (Drums) , foram os responsáveis pelo bagulho, no berço do Rock n Roll mundial, na Inglaterra. Nessa época, nomes como Beatles, Rolling Stones e o Led Zeppelin, já começavam a despontar, e depois varias outras como o Pink Floyd, Uriah Heep.
O The Who, fugia completamente do clichê, era tido como uma banda rebelde, pelas suas composições e perfomances dos seus integrantes, exceto a de John, que era praticamente um “cone” parado no lado direito do palco. (Mesmo sendo um cone, dificilmente o mundo terá baixistas com a qualidade dele) Ouçam MY GENERATION, WONT GET FOOLED AGAIN, elas descrevem exatamente a rebeldia da época da banda. Foi também com o Who, que iniciaram-se as chamadas “óperas-rock”, álbuns como TOMMY e QUADROPHENIA, perfeitos, com clássicos atrás de clássicos, como Pinball Wizard, See me Feel me, Dirty Jobs e a perfeitissima Love Reign or me.
Com a morte de Keith Moon, mais uma vitima de overdose de drogas, o Who, entrou no estaleiro, voltando anos depois. Ao meu ver, opinião minha, o THE WHO, é quiçá a MELHOR BANDA DE ROCK N ROLL de todos os tempos, superando o Led Zeppelin. Poderei ser crucificado, colocado num asilo (Sou veio NE..rs), mas sei que escrevo, e quem realmente curte o Rock n Roll, sabe do que estou falando. Os caras ainda estão na ativa, apenas com Roger e Peter, já que John também exagerou na dose em 2003, partindo para outro plano espiritual, rs. Na bateria, Zak Starkey, caso meu caro EMOIOLA (mistura de emo com boiola não saiba de quem eu falo, ele é apenas o filho de um tal de Ringo Star, é aquele mesmo dos Beatles).
Então, ficamos aqui, ainda, esperando uma oportunidade de ver o THE WHO em solo tupiniquim, porque uma grande banda dessa, tem que ser apreciada e reverenciada, POR FAVOR, OLHEM PARA O TERCEIRO MUNDO E FAÇAM UM SHOW AQUI!! RS
PS: SELEÇÃO DE HITS QUE O VÉIO GOSTA DO THE WHO
1. PINBALL WIZARD
2. SEE ME FEEL ME
3. BEHIND BLUE EYES
4. LOVE REIGN OR ME
5. SUBSTITUTE
6. THE REAL ME
7. 5:15
8. MY GENERATION
9. WHO ARE YOU
10. WONT GET FOOLED AGAIN
11. LETS SEE ACTION
12. I CANT EXPLAIN
13. BARGAIN
14. MAGIC BUS
15. SUMMERTIME BLUES
16. JOIN TOGETHER
17. RELAY
18. HAPPY JACK
19. ANYWAY, ANYHOW, ANYWHERE

ENJOY!!

NIKODEMOS THE OLD SCHOOL




terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

PODER!!!!!!!!!!!!!!!!



fireeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

Decapitation tion...




Ney Matogrosso aderiu... Decapitation é bom!!!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Sai Rebolation... entra: DECAPITATION

Decapitation é bom
Decapitation é bom
Decapitation é bom (6x)

Corte algumas cabeças pra começar...

O Decapitation tion tion, decapitation
O Decapitation tion tion, decapitation
O Decapitation tion tion, decapitation
O Decapitation tion tion, decapitation

Hail my brothers pay atenttion to the Decapitation
The new sensation of the whole TRUE METAL NATION
Vai começar a mutilação, de homens suados com braços brutais
Tanga de mamute ou sunga de bombeiro, marchando nós vamos junto aos imortais

Corte cabeças pra continuar...

O Decapitation tion tion, decapitation
O Decapitation tion tion, decapitation
O Decapitation tion tion, decapitation
O Decapitation tion tion, decapitation

O Decapitation é bom
O Decapitation é bom bom bom
Se vc fizer fica melhor (4x)



Alice Cooper confirma: Decapitation é bom

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

COMO SER UM TWOEM EM 11 LIÇÕES

Muito bem. Você, jovem rapaz, que gosta de heavy metal, que gosta de dragões e espadas, que vê a capa de "Anthology" do Manowar e quer ser como eles, mas não sabe como. Para você meu amigo, eu ofereço este post.
Se vc quer ser um TRUE WARRIOR OF EPIC METAL, saiba que não basta seguir as formulas prontas que estão por ai. Musculação, espadas, tanguinhas, depilação e óleo corporal apenas farão de você alguém que tenta ser TRUE... ou seja, um falso TRUE. Mas para você que quer se tornar um verdadeiro TWOEM, Andrew Michael Krenker registra aqui neste blog uma verdadeira prova de sua benevolência. Aprenda a ser TWOEM em onze discos meus fãs. Porque onze? Porque onze é mais que dez oras. Qualquer um consegue ser dez, mas nos TWEM somos mais que isso. Se vc se julga TRUE sem conhecer estas obras, você merece os gélidos dominios do Hel. Comecemos:



Tyr – Black Sabbath



Tyr faz parte da discografia obscura do Sabbath, fase com a qual o grupo contou com o competente Tony Martin nos vocais. Tony sofreu por ser o primeiro desconhecido a assumir o microfone do Sabbath (antes dele a banda teve Ozzy, que cresceu junto com o grupo, Dio e Gillan que quando assumiram já eram famosos pelos grandes trabalhos anteriores com outras bandas) e pela constante comparação de seu estilo com o estilo do Mestre dos Magos, Ronnie James Dio. Porém apesar de um tanto quanto renegada e esquecida essa fase da banda é acima de tudo injustiçada afinal Headles Cross, Eternal Idol, Tyr e Forbidden são garndes discos de metal. E Tyr tem como tema, obviamente a mitologia nórdica.
Tyr é considerado o deus nórdico da Guerra e precursor de Odim. Posteriormente passou a ser conhecido como filho de Odim e simbolo de coragem e justiça.
Como tudo que é nórdico é True, este albúm é a primeira lição para vc que deseja se tornar um TWOEM. O destaque vai para a sequência “The battle of Tyr”, “Odnins Court” e finalmente “Winds of Valhalla”, a mais TRUE da obra (aprenda isso meu jovem padawn, tudo o que leva a palavra VALHALLA, se torna instantaneamente TRUE acima de tds as truezas existentes).


Hall of The Mountain King – Savatage



O Savatage é uma das bandas mais respeitadas dos anos 80, e também uma das mais injustiçadas, em especial neste canto de Midgard que chamamos de Brasil. A banda foi pioneira em mesclar heavy metal com elementos de musica clássica e tem uma discografia de respeito com grandes clássicos. Temas épicos povoam suas musicas e escolher um albúm para a lista não é fácil. Porém a história de um rei misterioso que habiata as montanhas é algo épico e que possui um toque de Tolkien e por isso Hall of The Mountainfoi o albúm escolhido desta grande banda Norte americana (uma das melhores que os EUA já nos revelou) para a liçaõ de casa de meus dicipulos.
Os destaques deste albúm ficam para a faixa titulo, a pesada e densa “Legions” e a melódiosa “Strange Wings”. Dentre tantos clássicos também recomendo que ouça a obra prima “The Wake of Magellan”.


Under Jolly Roger – Running Wild



Uma lição a ser aprendidda por aspirantes a TWOEM: Toda banda de metal alemã (metal de verdade, não incluimos merdas do tipo do Rammstein) tem 99% de ter pontuação alta na escala TRUE. S voc~e achava que o TRUE verdadeiro era o noruegues, nós iremos te buscar na sua casa no meio da noite e vc nunca mais será visto. Este papo de TRUE METAL de verdade vir da noruega é papo de black metaller e blak metallers são posers frustrados com sua incapacidade de serem homens de verdade.
O Running Wild é uma banda alemã, e assim como os vikings estão para o Amon Amarth, Tolkien está para o Blind Guardian, a erva está para o Marcelo D2 e a dor de corno está para o Belo... os piratas estão para o Running Wild. A partir do terceiro albúnd da banda, justamente Under Jolly Roger, a banda apostou a pirataria como arte conceitual para os albúns, para a produção dos shows e principalmente como tema das músicas. Se você não sabia pirataria é True. É lógico que pirataria envolvendo navios, pilhagem, garndes batalhas, rum, canhões e sangue é muito mais true do que vc copiar o cd do seu amigou ou baixar músicas no torrent e é neste primeiro tipo de pirataria que o Running Wild se inspira.
Under Jolly Roger é um clássico do metal e marco na carreira da banda. Com ótimos riffs e solos do começo ao fim o destaque fica para a faixa titulo e a “noite dos mendigos”.
Alcem a bandeira negra e façam os posers andarem na prancha. Obrigatório para td TRUE.


Power of The Dragonflame – Rhapsody



O Rhapsody é uma banda que gera muitas controversias. Primeiramente eles são italianos... italianos vivem felizes da vida por terem o Imperador Palpatine (um Lorde sombrio Sith que vive disfarçado de Papa) vivendo em Roma. Porém se analisarmos o outro lado, como a mitologia romana (irma da grega, com Jupiter, Marte, etc), os gladiadores e principalmente o imortal DOM VITO CORLEONE (Michael é um cara legal, esforçado e tudo mais... mas DOM VITO é supremo e eterno) chegaremos a irrevogavel constatação de que italianos são TRUE.
Além do mais os temas épicos são a marca registrada do Rhapsody, juntamente com as orquestrações, corais, guitarras super velozes e a espada que Luca Turillo sempre empunha nas fotos.
Power of The Dragonflame é um clássico para aqueles que apreciam o trabalho da banda (que para alguns pode causar uma indigestão digna de uma macarronada italiana vencida). A faixa titulo abre o album em ritmo alucinante e épico e a balada Lamento Eroico, cantada em italiano é uma perola em meio aos solos super supersonicos. A capa desse albúm tambem é true a vero.
O fato dos caras do Rhapsody serem amigos do Manowar conta para que eles figuram nesta lista? COM TODA A CERTEZA. Mas eles são bons no que fazem.

Obs: Se vc gosta de Rhapsody nunca, em hipotese alguma se refira a eles como “Rhapsody of fire”. Esse “anexo” ao nome da banda é vergonhoso .

Glory To The Brave – Hammerfall



Você pode não gostar. Você pode achar que eles não fizeram nada de novo. Você pode conhecer pouco. Você pode não ter interesse algum. Mas que o Hammmerfall é true isso é. Como que eu sei? CARA ELES USAM ARMADURAS. Além do mais, olha o tamanho do martelo da figura misteriosa da capa de Glory to The Brave. Além do mais se uma banda permite ambiguidades homossexuais safadas como a da frase passada, há uma grande chance que ela seja realmente muitoTRUE.
Gostando ou não o Hammerfall também é uma das bandas responsaveis por atrair ao genero jovens da nova geração, por isso a banda possui uma grande importância dentro do cenário. Se vc acha que isso não é argumento vou pedir para que olhe mais uma vez o tamanho do Martelo na capa do disco de estréia deles para se lembrar.
Os destaques do albúm vão para “The Dragon Lies bleeding” (afinal dragão é mto épico e true e um dragão sangrando é algo raro e mais épico ainda, já que poucos além de Andrew Michael Krenker conseguiram essa façanha), The Metal Age (a era do metal... aço é metal e espadas são feitas de aço... TRUE) e a balada Glory to The Brave.


Into the Labyrinth– Saxon



Eles não são nórdicos, nem cantam sobre Valhalla, mas poucas bandas são tão clássicas e ao mesmo tempo tão Trues como o Saxon. A começar pelo nome, referência aos Saxões, um povo guerreiro extramamente TRUE. A discografia da banda esta repleta de músicas com temas épicos e a qualidade sempre impera no trabalho do Saxon. Alguns podem questionar a escolha por outra obra que não o clássico “Crusader”, porém se vc deseja ser um TWOEM sabe que é impossivel para algo cristão ser TRUE. Não importa o quão sangrenta seja a música, não importa quantas cabeças os católicos tenham cortado, não importa quantas batalhas tenham sido travadas e não importa nem mesmo que Knight of The Cross do Grave Digger seja um de seus albúns preferidos (embora haja um toque de rebelião contra igreja agradavel ali).
Into the Labyrinth é a obra prima mais recente do vocalista “Bife ao Byford” e sua trupe e foi escolhido pois coroa uma sequência incrivel de ótimos lançamentos. Na ultima década foram Killing Ground, Lionheart, Inner Sanctum e Into the Labyrinth. Uma sucessão de obras em um nível invejavel e espantoso. O Saxon tem grandes clássicos no passado como Power and Glory, Wheels of Steel e o já citado Crusader, mas na opinião desse fã, qualquer um dos 4 ultimos albuns bate de frente com qualquer classico e pode facilmente figurar como favorito na lista de qualquer fã, mesmo que da velha guarda.
Krenker admite que considera a carreira desta banda tão sólida e de tão soberba qualidade que praticamente qualquer outra obra poderia estar nesta lista. Power and Glory, Solid Ball of Rock, Lionheart, Into the Labirint, Inner Sanctum, Dogs of War, Crusader... não importa para onde você olhe dentro da carreira do Saxon veremos qualidade e batalhas épicas. Isto faz destes ingleses uma banda obrigatória nesta lista. Mas escolher apenas um albúm é uma tarefa impossivel, portanto ouça tudo o que puder e tire suas próprias conclusões.


Nightfall in The Middle Earth – Blind Guardian



Mitologia nórdica é true e épica. Tolkien é True e épico. Metal é true e épico. Se vc juntar estes três ingredientes você terá algo true épico. E juntando estes três ingredientes temos Blind Guardian... e SURPRESA... Blind Guardian é true e épico.
Tendo as obras de Tolkien como inspiração para muitas músicas, em nightfall in the middle earth temos a história do Silmarillion como pano de fundo para um albúm conceitual. Este albúm é tido por muitos como a obra prima do Blind Guardian e certamente se trata de um trabalho grandioso e ambicioso. Músicas com arranjos complexos interpoladas por interludios com narrativas que criam uma atmosfera densa e épica nos levam em uma verdadeira viagem. É o tipo de albúm que deve ser ouvido na integra, feito para se deliciar com cada riff, solo, letra e sons de espadas cortando o ar (sim elas estão lá.... cara isso é mto true).


Tunes of War – Grave Digger



Lembra o que foi dito sobre bandas alemãs? O Grave Digger é mais uma delas. História antiga, lendas e mitologia são pano de fundo para praticamente toda a obra do GD e obviamente, temos muitas batalhas nisso tudo. Heavy metal alemão + batalhas épicas = exigência para vc ser um TWOEM.
O Grave Digger é outra banda que eu posso dizer que caberiam muitos outros albuns no lugar deste. A qualidade da banda é notavel, bem como sua fidelidade ao estilo e sua temática. Rheingold talvez seja o albúm mais TRUE da banda (trata sobre mitologia nórdica), mas nós TWOEM somos famosos por nossa mente aberta e aceitabilidade as diferenças (DESDE QUE SEJA TRUE, por isso escolhi um que falasse sobre a guerra de idependência da Escócia. Sim, Mel Gibson de cara pintada de azul usando saia é EXTREMAMENTE TRUE. Os destaques deste albúm são muitos, a começar pela imortal “Rebellion (The clans are marching)”. Todo e qualquer TWOEM deve saber de cor a primeira strogonof da música, para o caso de que haja necessidade de se organizar uma marcha de rebelião rumo a batalha e consequentemente a Valhalla (ou a libertação da Escócia, caso você esteja de cara pintada de azul e ela tenho sido presa novamente. Sinceramente eu acho que deve ter sido legal libertar a Escócia antigamente, mas hoje em dia ele deve ta meio velha e passada e eu preferia usar o meu aço para salvar donzelas mais jovens). The Bruce, Battle of Flodden e Willian Walace são outros destaques da bolacha.


Chegamos a ante penultima lição. Se vc chegou até aqui esta de parabens, mas a prova de fogo vem a seguir. As três bandas a seguir devem ser bandas de cabeceira para qualquer um que deseja ser TWOEM.


Invictus – Virgin Steele



O Virgin Steel não é épico. Eles são extremamente épicos. Desafio qualquer um a achar 10 fotos do De Feis na qual ele não esteja com uma espada em pelo menos 8. Alias que isto sirva de lição. Se você deseja ser épico deve possuir uma espada, de preferência feita por anões, e ela deve possuir um nome de respeito.
Agora analise o nome da banda. Virgens são raras hj em dia é fato, mas atente a palavara Steele. Aço. Sim o aço, um dois três (;P) elementos fundamentais que formam o TRUE (black wind, fire and steel, ou vento preto, fogo e aço). Desde os primórdios Druidas tentam isolar os elementos que formam o TRUE para um estudo detalhado. Embora o fogo e o aço tenham sido estudados e reproduzidos, o vento preto nunca foi encontrado e isso se dá (Segundo Panoramix, famoso Druida gaules da antiguidade) porque o vento preto (BW666 na tabela periódica) simplesmente inexiste sem que esteja ligado a moleculas dos outros elementos co-irmãos.
Mas voltemos ao aço, o aço que nos pérmite construir espadas, machados, escudos, lanças e que está no nome de uma das bandas mais TRUE da história do metal. Qualquer coisa que vc ouça do Virgin Steele terá pontuação máxima na escala épica (a não ser seu primeiro albúm).
Invictus porém talvez seja ,ao lado de Marrieage of heaven and hell e the house of actreus, o maior clássico da banda. Ao contrário do que muitos imaginam, o nome “Invictus” não se trata de uma homenagem a Andrew Michael Krenker, o homem que não conhece a derrota, mas representa muito bem a grandiosiadade deste albúm que talvez seja o mais agressivo da banda. Trata-se de uma obra prima, obrigatório para qualquer fã de heavy metal e indispensavel para qualquer TWOEM. Os destques são muitos, mas apenas para não passar em branco: Through blood and fire, Sword of Gods Defiance e a espetacular “Veni, Vidi Vici” (ao contrario do que alguns imaginam, a palavra “Vici” não se refere ao Vasco).


Twilight of Thunder God – Amon Amarth




Vikings são o povo mais true que já caminhou sobre a face deste planeta. Mitologia nórdica é a coisa mais true que existe e quase td que é true vem de lá. Uma banda de um estilo que se chama Viking Metal, que fala sobre vikings e mitologia nórdica, com um nome FERRADO como AMON AMARTH (que aliás vem da obra de Tolkien) e que repassa para seu som toda a agressividade de uma martelada de Thor ou de uma invasão Viking só poderia estar em segundo lugar (não está em primeiro porque este posto é do... ).
Amon Amarth é uma banda que cresce e surpreende a cada novo lançamento, com performaces espetaculares e excepcionalmente nervosas. Se um dia você decidir pegar sua espada ou machado e partir rumo a batalha faça isso ouvindo Amon Amarth que vc ficará masi forte.
Em meio a tantos albúns bons, porque o TOTG? Óbvio não é? Ele fala de Thor. Odim pode ser o supremo, mas ninguem é mais True que o Loirão deus do trovão... até porque ele tem um martelo. É o albúm ideal para espancar trolls e orcs. A furia flui a cada batida ensadecida da bateria, a cada riff cortante das guitarras ou a cada grito destruidor do vocalista barbudo com cara de malvado (ISSO SIM É VIKING). Não me é permitido apontar destaques neste albúm. Todas as faixas são ensadecidamente ferozes e destruidoras. Sou viciado na faixa titulo, mas todo o albúm é de um nivel absurdo. Vs The world foi um baita album. With Oden on our side foi uma obra prima. Ainda não descobri se TOTG iguala ou supera seu antecessor. Grande banda... “Thor, odin's son, protector of mankind, ride to meet your fate, your destiny awaits
Thor, Hlôdyn's son, protector of mankind, ride to meet your fate, ragnarök awaits”

TUDO QUE EXISTIR DO MANOWAR



Sim, nós TWOEM ouvimos Manowar. Nós não só ouvimos Manowar, como ouvimos td que o manowar já gravou. Nós não só ouvimos tudo o que eles gravaram como fazemos isso vestidos com tanguinhas de pele de mamute, espada na cintura enquanto fazemos nossos 5 mil abdominais diários. Não esqueça do seu óleo corporal. Seus amigos acham que você é gay? Sim isso faz de vc TRUE. Mas vc pega mais mulheres que todos eles juntos não é? Não? Então vc corre o risco de virar um black metaller, pintar a cara e viver trancado no seu quarto resmungando contra tudo e todos. Se isso acontecer nós te caçamos com nossas espadas. Seu tacape com pregos não será de nada contra o nosso aço.
Nós ouvimos Manowar td dia, nós puxamos ferro, nós depilamos o peito de vez em quando, nós queremos uma harley e não teremos medo de usa-la.
Seja Eric Adams sempre que puder. Ou então seja Joe De Maio. Se preferir assuma o nome João de Sunga. Pegue garotas, mas goste mais de matar trolls. Ouça manowar alto. Se isso incomodar o vizinho ouça Manowar com a janela aberta de tanguinha.
NÓS SOMOS TRUE WARRIORS OF EPIC METAL... NÓS OUVIMOS MANOWAR


Se vc ouviu, se deliciou e compreendeu tudo o que envolve estes albúm, parabens, você pode se considerar um TWOEM iniciante. Para se aprofundar nas suas artes indicamos audições complementares extra curriculares como: Sacred heart e Killing The Dragon (Dio), Powerslave (Iron Maiden), Keeper of the seven Keys I e II (Helloween), Rebelion In Dreamland (Gamma Ray), Secret of The Runes (Therion), Majesty e toda e qualquer banda que seja um praticamente um cover (pra não dizer cópia) do Manowar. é cópia mas é true pra caceta.



Andrew Michael Krenker

DATA MALDITA, FESTA DE MERDA, GENTE RIDICULA

Caros amigos e fãs, me dirijo a vocês neste momento de dificuldade onde tudo o que vemos e ouvimos é referente a esta maldita festa chamada Carnaval.
Se asgard fosse adepta dos meios covardes de guerra de midgard, podem ter certeza que alguns misseis já teriam sido enviados aos sambodramos e outros locais do tipo, exterminando toda essa merda. Não que não seja mais prazeroso exterminar a todos usando uma faquinha de serra, mas da trabalho e essa festa é tão imunda que eu me sujaria demais.


Afim de melhorar seus dias de folga com um pouco de Rock n' Roll.? Krenker sugere uma lista para varrer o samba e a porquice da sua mente.

EndGame - Megadeth
Novo album do Sr Mustaine e compania que arrebenta com o competente Death Magnetic do Metallica. EndGame é obra prima, e logo logo os caras estarão por aqui, portanto vamos nos aquecer quebrando o pescoço.

Inner Sanctum - Saxon

Penultimo albúm do Saxon. Obra prima, assim como vem sendo os ultimos trabalhos dos ingleses. Heavy Metal no seu estado mais puro e clássico.

Rebelion in Dreamland - Gamma Ray

Gosto muito de Gamma Ray e embora Majestic (o album mais recente) tenha sido grandioso, nada que eles fizeram por enquanto bateu Rebelion in Dreamland... grande albúm do Kai Hansen e CIA.


Humanity Hour I - Scorpions

Ultimo albúm do Scorpions qu esta em fase de pré aposentadoria. Se eles querem para no topo, só precisam manter o nivel deste albúm. Grandes músicas do começo ao fim.

Alice Cooper - Along Came a spider

Tia alice é tia alice. Album sem surpresas, a não ser que voce considere surpreendente a qualidade mantida nos trabalhos do Alice Cooper. O cara é fera o single Veangance is Mine conta com a participação de Slash. Albúm mais recente do homem que se enrola na cobra.

Bom savages, isto é o que estou ouvindo ultimamente e tem me ajudado a permanecer conciente em meio a tanta merda. Espero que quando o samba passar consigamos despoluir nosas cabeças o mais rapido possivel.

Hails.

Andrew Michael Krenker

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Os portões da Terra Selvagem estão abandonados

Meus amigos e fãs, sinto muito pela demora nas atualizações. Sinto dizer q meus amigos e guerreiros co-irmãos não tem se empenhado na defesa de nossas fronteiras. O futuro surge negro para nós. Devemos nos recordar da lendária Gondor, que no ostracismo permitiu o retorno do Senhor Sombrio a planicie de Gorgoroth e a torre de Barad - Dur. Ainda bem q o pequeno de pés peludos destrui o anel.

Estou preparando uma nova matéria para posta-la em breve.
Enquanto isso gostaria de comentar a anúncio bombástico do pré-final do Scorpion. Acho q os alemães vao parar mesmo. Não acredito em golpe de Kiss.. ops, golpe de Marketing. Admiro a decisão deles, mas nao creio que será uma aposentadoria definitiva. Acho dificil para quem vive do rock n' roll e ama o q faz (e faz com extrema competencia) parar totalmente. Acredito q eles vao parar, cada um tocar os seus respectivos projetos (sejam eles musicais ou não) e uma vez ou outra ainda poderemos ter o Scorpion sobre um palco em alguma ocasião especial. Para nós, brasileiros, no entanto, acredito que estamos a presenciar a ultima passagem do escorpião alemão por aqui (album de ineditas realmente parece ser a ultima tb).
Eles falaram que desejam fechar a carreira com chave de ouro. Se eles conseguirem superar o excepcional HUMANITY HOUR I de 2007, será uma verdadeira façanha épica digna de ser cantada entre bardos e elfos e postada aqui no gates of savage. Confesso que vim a ouvir esse album com a devida atenção a pouco tempo, mas me supreendi com o que ouvi. Clásscio absoluto. Um album sem musicas para preencher espaço. Realmente um albúm nota 1000. Se superar vai ser dificil, mas eu nao duvido do maior nome da história do Rock alemão (e olha que lá tem muita coisa boa - alias, acho q isso pode render uma boa lista futuramente-).

Deixo vcs com 321 ao vivo da floresta amazônica.. descendente da velha Fangorn. A melhor do albúm? Em um albúm tão perfeito nao da pra escolher a melhor.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Mjolnir voltando a Asgard

Se alguém souber sobre o que o evento do video abaixo se trata por favor me avisem. é algo que gostaria de entender.





Para mim, a única explicação cabivel é: As imagens foram gravadas na conveção anual de fãs do Thor e a brincadeira se trata de uma simulação dos efeitos do poderoso Mjolnir. O pequeno rapaz conseguiu a façanha de não só realizar uma explosão devastadora mas mandar o martelo voando de volta a Asgard. Brilhante!!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O que vem a ser um “TRUE WARRIOR OF EPIC METAL” ?


Você ouve metal? Você acha que vive na Terra Média e não raro se pega pensando em como estraçalhar orcs com espadas, machados, lanças e outras armas afiadas? Vc faz pose de Manowar em frente ao espelho? Você já se imaginou usando uma tanguinha com uma espada na cintura? Você gosta de tudo que é épico? Você faz musculação aguardando ansioso o dia que ops Kings of Metal farão um show em sua cidade e você poder´tirar aquela velha tanga de pele de mamute do seu guarda roupa e gritar “HAIL, HAIL, HAIL AND KILL!!”?

Se as respostas para as questões acima for “sim”, então você tem potencial para ser um “TRUE WARRIOR OF EPIC METAL”. Você não sabe bem o que representa esse titulo? Pois bem, veja abaixo algumas caracteristicas que identificam os animais deste espécie.



TRUE WARRIOS OF EPIC METAL

(O EXEMPLO SUPREMO)



TWOEM ouvem Manowar

TWOEM não apenas ouvem manowar, eles ouvem Manowar todo dia

TWOEM não apenas ouvem Manowar todo dia, mas acordam ouvindo “Hail and Kill”

TWOEM sabem cantar todas as músicas do Manowar

TWOEM não apenas sabem cantar todas as músicas do Manowar, mas fazem isso flexionando seus biceps e se imaginando segurando uma espada de lâmina ensaguentada liderando um exercito de imortais.
TWOEM acreditam no vento preto, no fogo e no aço

TWOEM ouvem Virgin Steele

Mas ouvem mais Manowar

TWOEM gostam de mitologia Nórdica

TWOEM não eles nao gostam de mitologia Nórdica, eles respiram mitologia Nordica

TWOEM se interessam por tudo que faça referencia a mitologia nórdica

TWOEM se interessam por todas as mitologias existentes

Mas se interessam mais pela nórdica

TWOEM gostam do Manowar porque eles falam de mitologia nórdica

TWOEM gostam de mitologia nórdica porque o Manowar fala sobre elas

TWOEM gostam de Blind Guardian.
Afinal Blind Guardian fala de Tolkien
Afinal a obra de Tolkien é baseada na mitologia nórdica

TWOEM amam mitologia nórdica

TWOEM não gostam de armas de fogo
A não ser que sejam flechas flamejantes

TWOEM acham flechas aceitaveis, porém um tanto elficas
TWOEM acham elfos suspeitos
TWOEM preferem guerreiros musculosos de sunguinha com espadas enormes
TWOEM gostam de mulheres

Embora prefiram ver o Manowar
TWOEM usam couro

TWOEM não são gays
Mas ouvem Manowar

O Manowar não é gay

Mas parecem
Assim como os TWOEM
TWOEM traçam planos para invadir Mordor
TWOEM não necessariamente jogam RPG, embora achem eles legais

TWOEM não são nerds.

Embora pareça as vezes

TWOEM conhece todas as musicas de metal que fazem menção a Valhalla

TWOEM arrumam brigas na escola e tentam se matar, pois aqueles que morrem em batalha vão pra Valhalla

TWOEM gostam de Grave Digger
TWOEMgostam de Running Wild

TWOEM gostam de Saxon
Porém TWOEM gostam mais de Manowar

TWOEM gostam de Amon Amarth
TWOEM ouvem muito Amon Amarth

TWOEM na verdade gostam de Amon Amarth tanto quanto de Manowar

TWOEM não admitem isso abertamente

TWOEM acham que apesar da barba e da cara de mau de Johan Hegg, os musculos e o oleo corporal do Manowar é mais true

Apesar de ser mais Gay

Mas certamente atrem mais mulheres
TWOEM se divertem mais com trolls e dragões do que com mulheres

TWOEM são vikings

TWOEM não acham que são Vikings. ELES SÃO VIKINGS
Duvida?

Eu não aconselharia você a duvidar

TWOEM não são black metallers

TWOEM não gostam de black metallers

TWOEM não gostam de Black Metal

TWOEM acham que black metal é coisa de sueco revoltado que não pega ninguem

TWOEM são feios

Mas são musculosos e pegam mulher

Embora prefiram bater em trolls

TWOEM não são gays

TWOEM acham Black Metallers gays e posers

Manowar não é gay nem poser

Manowar são os reis do metal e tudo o que eles dizem é verdadeiro

Bandas de Black Metal com temas nórdicos são menos piores

Mesmo assim são uma merda

TWOEM sabem que ser épico é andar sem camisa

Não importa que seu peito seja cabeludo ( Na capa de Anthology o Manowar ainda não se depilava)

TWOEM destroem posers

TWOEM fazem isso ouvindo Amon Amarth

Pensou que era ouvindo Manowar né?

Errou :p

TWOEM ouvem Manowar para comemorar a vitória

TWOEM cavalgam pelos campos, marchando juntos rumo ao destino
O destino é sempre Valhalla

Não importa que seja na mercearia do seu Joaquim


TWOEM fazem do seu dia a dia um evento épico
TWOEM não tomam onibus, domam a besta de metal cuspidora de fumaça

TWOEM superam tarefas arduas

TWOEM chegam ao final desse artigo